12 janeiro 2014

Em Entrevista Gilmar Mendes Diz: "Não Falta Dinheiro Para Os Presídios, Falta Gestão".



Gilmar Mendes concede entrevista ao GLOBO
Foto: O Globo / Jorge William
Gilmar Mendes concede entrevista à imprensa e, faz 
declarações importantes sobre o sistema penitenciário 
brasileiro e diz: "não falta dinheiro, falta gestão".

Ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF) critica a retenção de recursos pelo governo federal.

O ministro, que ajudou a criar os mutirões carcerários quando estava à frente do CNJ, cobra uma atitude, principalmente do governo federal, para acabar com o caos no sistema prisional e diz que contingenciar recursos do setor, em meio à crise atual, “é caso de se pensar em crime de responsabilidade”. O Fundo Penitenciário (Funpen) tem um estoque de quase R$ 2 bilhões, mas o governo impede que boa parte seja gasta.
Como o senhor vê o sistema penitenciário brasileiro?
Nós temos aumentado significativamente o número de presos. Hoje falamos mais ou menos em 550 mil presos para 340 mil vagas. Só isso já mostra um descompasso. Estamos falando apenas do regime prisional completo. Falta aí talvez 25, 30 mil vagas para o semiaberto. Faltam vagas, há presos amontoados em delegacia, o que é flagrantemente ilegal. Em suma, temos todo um quadro preocupante.
O Judiciário tem parcela de culpa?
Os governadores, os gestores reclamam que a Justiça não consegue dar fluxo. Prende provisoriamente e depois não decide. No caso de homicídio, demora para fazer júri, demora nos julgamentos. Por isso, o tema tem que ser tratado de uma forma integrada, tem que ter uma estratégia global, holística para tratar do tema. Não pode ser nem só o Judiciário, nem só o Executivo, as defensorias públicas, o Ministério Público. Precisaria ter uma estratégia global para tratar dessa temática.
Depois das notícias de mortes bárbaras no presídio de Pedrinhas, no Maranhão, o senhor considera a situação do estado mais grave que a de outros?
Os fatos ocorridos são de extrema gravidade. Mas, por exemplo, na audiência pública que nós tivemos (no STF) sobre o regime semiaberto, o juiz da Vara de Execuções Penais de Porto Alegre disse que ninguém mais tem comando sobre o Presídio Central. Tem um preso que fica encarregado de fechar a sala, e este é um candidato a morrer daqui a pouco, porque está de alguma forma prestando serviço. Acredito que, de alguma forma, um quadro de desorganização, de caos, de falta de controle existe em vários lugares do Brasil.
Falta dinheiro para o sistema carcerário?
Esse tema exige a participação da União. E a União faz um jogo aqui um pouco farisaico. No que diz respeito, por exemplo, à construção de presídios, libera os recursos e depois contingencia. Aconteceu na minha gestão (na presidência do CNJ e do STF). Houve um gesto do ministro Paulo Bernardo, que era ministro do Planejamento, liberando R$ 400 milhões, que criaria 70 mil vagas. Portanto, resolveria parte séria do problema. Em seguida, veio uma crise e esse recurso foi contingenciado. Hoje fala-se que no Funpen (Fundo Penitenciário Nacional, do Ministério da Justiça) existiria algo em torno de R$ 2 bilhões, que estariam sendo contingenciados. No que diz respeito na liberação desses recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os secretários de Justiça dizem que as exigências burocráticas são tão onerosas, tão pesadas, que dificulta imensamente o atendimento.
O senhor acha que a atuação do governo federal deve se limitar à liberação do dinheiro?
Tem que ser muito mais do que isso. A União tem uma série de responsabilidades em matéria de segurança pública. É ela que legisla sobre direto penal, sobre processo penal, sobre execução penal. Portando, é ela que fixa inclusive as condições de regimes prisionais. Ela que mantém e controla a Polícia Federal, ela que tem as Forças Armadas. O crime organizado, em geral, é interestadual. Me parece que já passou da hora da gente discutir um sistema integrado de segurança pública. Um SUS (Sistema Único de Saúde) de segurança pública. Por outro lado, é inequívoco que é a União que detém hoje, nesse sistema federativo brasileiro assimétrico, a concentração de recursos. Com exceção de um ou outro estado, esses recursos estão concentrados no âmbito da União.
Há resistência por parte dos estados em relação à atuação da União, especialmente dos secretários de segurança? Não seria uma forma de dizer que os estados não são competentes neste setor?
Não acredito que haja esse tipo de resistência, desde que haja disposição de colocar recursos. Desde que as pessoas não cheguem para dar conselhos apenas. Até porque muitos não estão nem em condições de dar conselhos.
O senhor acha que a União também tem responsabilidade na gestão dos presídios? Seria o caso de privatiza-los, como já foi feito com alguns?
Há boas experiências. Minas Gerais têm alguma experiência no sistema de terceirização, entidades sem fins lucrativos assumiram. Mas o importante é que haja gestão. Hoje o modelo é caro, fala-se de um custo de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00 mil por preso e é absolutamente ineficiente e absurdo.
Por que o senhor acha que esse setor está tão esquecido?
A rigor, a sociedade devota a esse assunto, quando muito, um sentimento de indiferença. Quando não de claro repúdio. ‘Melhoria de sistema prisional, quando a gente já tem caos na saúde, no transito, no sistema escolar? Se alguém fez algo, está preso, é porque realmente precisa ser punido.’ Esse sentimento, de alguma forma, se transfere também para o aparato estatal como um todo. No nosso trabalho no CNJ, isso ficou evidente. Juízes de execução penal que nunca tinham visitado o presídio. Isso mostra o tamanho desprezo. O episódio de Abaetetuba, que uma menina foi colocada num presídio com homens, é a revelação cabal de que não se acompanhava este quadro. Prisões provisórias que se alongam indefinidamente. Pessoas que ficam 12, 14 anos presas provisoriamente, sem sentença. Certamente já cumpriram a pena nesse quadro, entre aspas, provisório. Isso é de responsabilidade do Judiciário. A rigor, não há ninguém, não há nenhuma instituição que esteja isenta de responsabilidade.
Para o senhor, a prisão dos condenados no mensalão acendeu o debate sobre as condições em que vivem os presos?
Eu tenho a impressão de que teve esse mérito, permitiu que se deitasse um olhar sobre esse sistema. Começaram a falar das condições dos presídios a partir da declaração do ministro da Justiça. Deitou-se luz sobre esse sistema, que só vem piorando nos últimos anos com o descontrole e com o aumento do número de presos e com a falta de investimento. Não há planejamento nenhum. O Ministério Público, o CNJ, o Ministério da Justiça, com todos os seus órgãos, atuam todos de forma muito desarticulada, é um quadro de muita desfuncionalidade. É necessário construir-se uma estratégia. Eu tenho a impressão de que há recursos e de que, com algumas medidas simples de gestão, poderíamos ter ganhos significativos. Porque estamos com esse déficit nas vagas do semiaberto? Notório que é por falta de investimento.
Para o senhor, as penas alternativas ainda são pouco aplicadas no Brasil?
Esse quadro de descoordenação que se manifesta no sistema prisional também tem a ver com as medidas alternativas como um todo. Aprovamos a lei das medidas cautelares, alternativas à prisão, com o colar, a pulseira eletrônica, o monitoramento eletrônico. Alguém está cuidando de comprar esse material e de coordenar a aplicação dessas medidas? Evitaria em muitos casos a prisão provisória. Alguém está coordenando isto? Se os estados não têm hoje recursos para comprar marmita para preso, eles vão comprar sistema de monitoramento eletrônico? Isso é um quadro de vergonha. Mas não é por falta de recursos. É por falta de gestão.
Quem deveria conduzir a organização desse quadro caótico?
São atores plurais. Agora, no que diz respeito a provimento de recursos, o papel central, de protagonista, é do Ministério da Justiça, é da União.
Para o senhor, os agentes públicos têm disposição e vontade para fazer isso? O governo do Maranhão pareceu mais preocupado em criticar o CNJ do que em apresentar uma solução para o problema.
Eu acredito que os agentes políticos têm mandatos claros e devem agir no sentido de sua consecução. Nós temos hoje quadros em todos os setores, temos gestores no Ministério da Justiça, no CNJ capazes de desenvolver esses projetos. É preciso apenas dar prioridade. É impensável que, no quadro atual de superlotação dos presídios, nós tenhamos contingenciamento de verbas do Funpen. É caso de pensar em crime de responsabilidade. Ou qualquer dificuldade burocrática na liberação desses recursos. Que nós tenhamos esse déficit enorme de vagas no sistema semiaberto, que é um regime de prisão, e tenhamos recursos? Há pouco tempo li um relatório que dizia que com R$ 400 e poucos milhões estaria resolvido o déficit de vagas do regime semiaberto. E nós temos R$ 2 bilhões!
O senhor considera eficaz a atual lei penal brasileira?
É uma questão passível de mudança, mas, a rigor, a lei não é causa direta da situação do sistema. Nós temos lei que permite reduzir o número de presos provisórios. Mas a estamos aplicando? Não. E por quê? Por uma certa desídia. Não se enfatiza a importância disso para o juiz. Falta essa integração. O juiz diz, por exemplo, que não dispõe do instrumento de monitoramento eletrônico. Fica esse jogo de culpas recíprocas.
Existe perspectiva para a ressocialização de presos hoje?
As cadeias hoje são escolas do crime, nós estamos vendo isso com as organizações criminosas. Se o Estado não propicia o mínimo de garantia, alguém propicia. A seu modo. E exige contrapartida. Isto precisa ser visto. Na questão da ressocialização, o Brasil tem um dos maiores quadros de reincidência. Alguém está cuidando disso? Não. Isso é difícil? Não é difícil buscar empregos para egressos do sistema prisional e para pessoas que já possam eventualmente trabalhar fora, esteja no regime semiaberto ou aberto. Tem o programa Começar de Novo, do CNJ. Mas isso precisa ser expandido. Isso é um programa de direitos humanos, é claro. Mas é de segurança pública, porque se trabalha a não reincidência. Numa economia com forte participação estatal não é difícil você determinar que um percentual de vagas dos terceirizados... Inventa-se mais uma cota. Há seleção. As fundações hoje determinadas fazem seleção aqui no Supremo.
Existem presidiários no gabinete do senhor?
Temos, continuamos tendo. E isso é possível. O Supremo continua tendo. Os terceirizados de prefeitura, do estado (poderiam ter). Nós não estamos falando de nada com custo extra. O que nós temos é uma péssima gestão. Esse sistema do jeito que está, para ficar ruim, tem que melhorar muito.
A situação dos menores internos parece a mesma dos presos, certo?
É a mesma coisa. Nós temos muito recursos hoje para o Sistema S. O treinamento dessas pessoas poderia ser uma parte da função desse sistema, a capacitação dessas pessoas, tanto do sistema prisional, quanto do sistema de reeducação. Esses recursos estão aí, é uma questão de alocação.
O senhor acha que o CNJ poderia atuar mais nesse setor?
O CNJ continua fazendo os mutirões carcerários e implementando as medidas previstas quanto ao acompanhamento das prisões provisórias. Mas poderia estar atuando mais na implementação da lei das medidas cautelares, das medidas alternativas, o que envolve o treinamento do próprio juiz. O monitoramento desse sistema de forma eletrônica, isso nós temos condições de fazer. A lei criou o departamento de monitoramento do sistema prisional no CNJ. O conselho dispõe de condições de fazer isso até de forma eletrônica hoje, tendo em vista os recursos disponíveis. Então, tem condições de fazer mais.
Como a defesa dos direitos dos presos poderia ser melhorada?
A gente detecta que uma série de violações aos direitos dos presos decorre da falta de advogados e de defensores públicos. Certamente, uma parte da resposta para esse déficit poderia vir de iniciativas ligadas à advocacia voluntária. E talvez pudéssemos criar a advocacia civil obrigatória, para quem se formou na universidade pública ou medidante auxílios públicos, como o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e o Prouni (Programa Universidade para Todos).



11 janeiro 2014

Discurso de José Sarney na Posse de Governador do Maranhão em 1966.

Veja na íntegra o discurso de José Sarney no início da "dinastia Sarney" no estado do Maranhão.

Maranhão é o Estado Com Maior Números de Miséravel no Brasil.



Crianças numa creche improvisada nas palafitas de Ilinha, a pouca distância do Palácio dos Leões, sede do governo
Foto: O Globo / Hans von Manteuffel




















  • O estado do Maranhaão tem o maior percentual de pessoas com renda mensal de apenas R$ 70,00.

10 janeiro 2014

Muito Cuidado! Golpe Virtual Oferece WhatsApp Gratuito Para PCs.

E-mail contém link para cavalo de troia usado 

para roubar dados bancários!


Muita atenção! não faça download do whatsapp para PCs, é roubada!
O popular aplicativo de troca de mensages WhatsApp está sendo usado por criminosos virtuais para roubar dados bancários de usuários incautos. Segundo a empresa de segurança eletrônica ESET, um e-mail prometendo a instalação do programa em PCs gratuitamente está circulando no país e, em vez de instalar o app, coloca no computador um cavalo de troia.
“O e-mail utilizado pelos cibercriminosos oferece de forma gratuita o WhatsApp para PCs e sugere que o usuário baixe o aplicativo em um link. O laboratório da ESET identificou que o suposto arquivo executável – chamado “Whatsapp” – é um código malicioso, identificado pelas soluções ESET como Win32/TrojanDownloader.Banload”, alerta a companhia.
Uma vez executado, o programa descarrega outro código malicioso, capaz de troubar informações pessoais, especificamente relacionadas a dados bancários. Segundo especialistas da ESET, centenas de computadores já foram infectados pela praga virtual.
Para Raphael Labaca Castro, coordenador da ESET América Latina, os usuários precisam ficar atentos para não cair nesse tipo de golpe. “Se a proposta é muito boa, pouco usual ou duvidosa, é conveniente desconfiar antes de dar o clique e verificar se a informação é verídica”, fique atenta.

09 janeiro 2014

Veja Às Previsões Sobre Adoção da Biometria Para 2014.


Se você acompanha o noticiário de tecnologia, já percebeu que o uso de senhas está se tornando cada vez mais obsoleto: alternativas como verificação em duas etapas e biometria passaram a substituir a combinação de caracteres.
Com adoção da biometria, os dias das senhas estão contados. Presente atualmente em celulares, computadores, caixas eletrônicos, entre outros, é uma das grandes apostas do mercado. Para Scarfo, vice-presidente comercial e marketing da Lumidigm - que desenvolve sensores biométricos -, ela acredita que o Brasil pode se tornar referência quanto ao recurso em 2014.

O executivo listou cinco previsões para o ano e, logo na primeira, sustenta que a maioria das agências bancárias fechará 2014 com sensores biométricos. "Cinco dos maiores bancos brasileiros já estão adotando a autenticação biométrica, implantando sensores nos caixas eletrônicos. As demais instituições bancárias não devem demorar a seguir o mesmo caminho", comenta.

"O Brasil, inclusive, poderá se transformar no primeiro país no mundo em que o número de caixas eletrônicos com sistema de autenticação biométrica supera aqueles que contam apenas com modelos convencionais até o final deste ano – o que será um grande marco não só para o mercado local, mas para a tecnologia biométrica e a indústria em geral." Para ele, a atitude dos bancos prova que é possível aumentar segurança sem muita complexidade.

A segunda previsão é a de que os smartphones vão substituir outras formas de identificação pessoal. "Quem precisa carregar um cartão de crédito ou de débito se eles podem ser integrados ao telefone celular?", questiona Scarfo, citando a existência de tecnologias que promovem a ligação entre o que está na carteira e no aparelho, como NFC e Bluetooth.

"Essa nova 'chave digital inteligente' pode, ainda, ser combinada com uma 'fechadura digital inteligente', como um sensor biométrico num caixa eletrônico – protegendo transações financeiras com riscos mais baixos e maior conveniência para o usuário. Identificar o usuário e seu dispositivo provê a autenticação de dois fatores que a maioria dos especialistas acredita ser necessária para as soluções de segurança inteligentes."

Scarfo também acredita na convergência da biometria e dispositivos móveis inteligentes, e diz que essa previsão foi bastante facilitada pela introdução do Touch ID no iPhone 5s, uma vez que outras fabricantes terão de seguir a tendência - ou ir mais longe, pois a Samsung pensa em adotar um leitor ocular no Galaxy S5.

"Tendo em conta que muito das nossas informações pessoais e confidenciais reside nesses dispositivos, um telefone celular desbloqueado pode se tornar uma ameaça real à segurança da identidade e da intimidade de uma pessoa. Além disso, uma vez que existe uma opção muito melhor do que memorizar senhas, códigos etc., a biometria tende a crescer nesse sentido também."

Então retomamos ao começo do texto: assim como a Apple fez ao adotar um leitor biométrico e bancos colocaram o recurso em caixas eletrônicos, outras empresas devem seguir a tendência, dando inicio à morte das senhas. "Realmente, é impressionante pensar que uma tecnologia de segurança que foi introduzida mais de 50 anos atrás (Nome de Usuário / Senha) ainda seja a forma predominante de proteger transações online", declara o especialista.
Ele ressalta que a "morte" efetiva da senha talvez não ocorra neste ano, mas o "ponto de inflexão" será atingido em 2014.

A aposta final de Scarfo é a esperança de que a liderança e visão do mercado brasileiro comece a se espalhar para outros mercados, provando que este é um recurso que pode muito bem ser usado como subsituto aos mecanismos atuais de segurança.

"Um telefone celular inteligente e seguro, quando aliado à biometria num caixa eletrônico, casa lotérica ou outro ponto de venda – ou, ainda, com um ponto de toque digital – poderá facilmente substituir todas as outras formas de identificação pessoal ao longo do tempo", diz.

Na visão dele, "o Brasil é claramente o líder dessa revolução, podendo mostrar ao resto do mundo que, quando soluções simples e inteligentes são encontradas, elas podem substituir alternativas complexas, ineficazes e datadas".

Conheça a Dieta Que Alimenta o Seu Coração e Ajuda a Emagrecer.

Cardápio para ajudar a controlar o colesterol e não exclui nenhum grupo de alimentos.- Confira abaixo


Divulgação1 > A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) é um padrão alimentar que incentiva o consumo de frutas frescas, vegetais (verduras e legumes), laticínios magros, oferece fibras, vitaminas e minerais, e exerce um importante impacto na redução da pressão arterial. Esse modelo de dieta também ajuda a controlar o colesterol e sua grande vantagem é que não exclui nenhum grupo alimentar.
2 > Pesquisas já mostraram que a adesão a esse estilo alimentar reduz em 14% o desenvolvimento de hipertensão, funcionando positivamente na prevenção de doença cardiovascular. A dieta DASH é rica em fibras e nos minerais potássio, cálcio e magnésio, e esses micronutrientes trazem benefícios sobre a pressão arterial. A dieta favorece também o emagrecimento, considerando que a presença de alimentos saudáveis substitui alimentos refinados, ricos em gorduras e açúcares que prejudicam a perda do peso.

Orientações para seguir a dieta DASH:

1- Escolher alimentos que possuam pouca gordura saturada, colesterol e gordura total. Por exemplo, carne magra, aves e peixes, utilizando-os em pequena quantidade.

2- Comer muitas frutas e hortaliças, aproximadamente de oito a dez porções por dia (uma porção é igual a uma concha média.)

3- Incluir duas ou três porções de laticínios desnatados ou semidesnatados por dia.

4- Preferir os alimentos integrais, como pães, cereais e massas integrais ou de trigo integral.

5- Comer oleaginosas (castanhas), sementes e grãos, de quatro a cinco porções por semana (uma porção é igual a ? de xícara ou 40 gramas de castanhas, duas colheres de sopa ou 14 gramas de sementes, ou ½ xícara de feijões ou ervilhas cozidas e secas.)

6- Reduzir as gorduras. Utilizar óleos vegetais insaturados (como azeite, soja, milho, canola.)

7- Evitar o sal. Evitar também molhos e caldos prontos, além de produtos industrializados

8- Diminuir ou evitar o consumo de doces e bebidas com açúcar.
Fonte: Veja

Empresa Lança TV 4K Com o "Menor Preço do Mercado”!



A empresa norte-americana Vizio anunciou uma linha de televisores com resolução 4K a preços bem competitivos. A TV mais barata, com tela de 50 polegadas, custará apenas US$ 999,99 dólares, de acordo com o The Verge

O preço mais alto é o cobrado pelo modelo de 70": US$ 2.599,99. Isso faz com que a linha P (correspondente a esses aparelhos) da Vizio seja a que mais compensa, até o momento.
A Polaroid também tem uma TV 4K que custa US$ 999, mas testes feitos pela imprensa internacional especializada revelaram que ela não é tão boa quanto as marcas de TV 4K, o que não é o caso dos televisores da Vizio, segundo o Verge.

Embora mil dólares ainda seja um preço muito alto e poucas pessoas podem fazer um envestido tão alto em um novo modelo de televisor, com os modelos com resolução 4K têm sido oferecidos por valores bem mais que isso. Um apresentado pela Samsung, por exemplo, custa US$ 38 mil (veja aqui), enquanto a Sony tem um "acessível" no Brasil por apenas R$ 13.000,00 mil reais.  

06 janeiro 2014

Vaza Imagem do Precessador de 8 Núcleos da Intel.

  • Vaza imagem do Haswell-E, processador de 8 núcleos da Intel















                                       (Fonte da imagem: Reprodução/VR-Zone)
Componente ainda é um protótipo, mas já mostra frequência de 3 GHz. A CPU deve se chamar Core i7-5960X e ser lançada no final de 2014.
O site chinês VR-Zone publicou uma imagem do que seria um protótipo do processador Haswell-E da Intel. De acordo com os rumores mais recentes, o componente terá oito núcleos e, se o padrão de nomenclatura da companhia não for alterado, deve se chamar Core i7-5960X — de acordo com o site Adrenaline.
A fotografia veiculada originalmente no oriente revela que a futura CPU da empresa opera com frequência de 3.0 GHz, embora essa e outras especificações do componente ainda possam sofrer alterações já que, teoricamente, ele ainda está em desenvolvimento. A expectativa é de que os modelos de processador da linha Haswell-E sejam lançados no último trimestre de 2014.
A arquitetura do componente permite que ele possua uma litografia de 22nm, 20 MB de memória em cache L3, TDP de 140 W, 8 núcleos físicos e 16 núcleos lógicos e suporte para memórias RAM do tipo DDR4.

31 dezembro 2013

Na Venezuela, a Inflação Chegou aos 56% no Ano.



Na Venezuela, a inflação chega a incrível marca de 56% ao ano e

 seu presidente Maduro, culpa a especulação!

O Banco Central da Venezuela revelou nesta segunda-feira 30/12/2013, após quase um mês de silêncio, a taxa de inflação registrada em novembro – que era mantida até agora como segredo de Estado – e a cifra anual para 2013. De acordo a suas medições, os preços aumentaram 56,2% no país desde janeiro (sendo 4,8% só em novembro, e 2,2% em dezembro.

Estes dados indicam a taxa de inflação mais alta do Hemisfério Ocidental e a maior registrada na Venezuela desde 1996. Ao mesmo tempo, pode ser interpretada com um fracasso da gestão econômica do governo revolucionário, ou o governo comunista, uma percepção que o presidente Nicolás Maduro se apressou em refutar diante da imprensa internacional. - Essa é a cifra correspondente à economia parasitária, especulativa. Se não fosse pela especulação, que só em novembro começamos a combater teríamos uma inflação de apenas um dígito.

Maduro se referia à sua denominada “ofensiva econômica”, pela qual, desde o último dia 6 de novembro de 2013, seu Governo ocupa centenas de lojas – sobretudo de eletrodomésticos e roupas – e confisca suas mercadorias para vendê-las com enormes descontos, até esgotar os estoques.

No calor dessas ocupações, que o presidente preferiu chamar de “inspeções”, Maduro exigiu às autoridades do Banco Central da Venezuela, que seu registro da taxa de inflação ecoasse as reduções de preços conseguidas pelo Governo e, em geral, que se adotasse um método de composição do índice de preços ao consumidor que discriminasse entre a inflação “real, que obedece às leis da economia”, e a inflação “induzida”, resultado de uma suposta conspiração contra o regime, mais do que da cobiça capitalista, segundo as palavras do presidente Maduro.

Por isso, o Banco Central venezuelano não se resignou nesta quinta-feira a anunciar os números alarmantes, preferindo acrescentar alguns detalhes metodológicos na tentativa de amortecer seu impacto.

O relatório, no qual o banco ratifica sua disposição para “a construção do socialismo como protagonista da nova ordem econômica nacional”, afirma que, se não fosse pela intervenção governamental, a inflação do mês de novembro teria alcançado 6%, uma cifra maior que os 4,8% registrados, e ainda mais distante dos 2,2% que caracterizam esse mês, segundo as séries históricas mantidas pelo BC Venezuelano.

Embora o banco tenha se atrasado quase 30 dias para informar a inflação de novembro, o relatório já se permitia antecipar o dado para dezembro: 2,2%, uma desaceleração que o BC atribui à luta do Governo contra a especulação.

O texto adverte, no entanto que a intervenção estatal se concentrou até agora em setores comerciais que pesam pouco na ponderação do índice de preços. Por outro lado, disse o órgão, o cesta de alimentos, na qual houve um aumento de preços de 7,5% no mês de novembro, tem um impacto mais significativo.

Isso não passou despercebido para Maduro. Durante sua entrevista coletiva, na qual aceitou cinco perguntas e à qual quis conferir um caráter de saudação de final de ano para os meios de comunicação que cobrem o palácio presidencial de Miraflores, ele anunciou que em janeiro retomará a ofensiva “com tudo”.

Antecipando a atenção especial que dedicará à distribuição de alimentos, o sucessor de Hugo Chávez citou o caso, denunciado na sua própria conta do Twitter, de um estabelecimento de comida típica – as populares areperas – que estava comprando insumos subsidiados pelo Governo para vendê-los diretamente a compradores de baixo poder aquisitivo.


"Esse é o sistema político amado e venerado PT e, pelo ex-presidente Lula e sua afilhada presidente Dilma; que não se conteve em apenas apoiar, mas, por em prática no Brasil, um dos métodos adotado pelo o então presidente Venezuelano, Hugo Chavez: - Mais Médicos, por exemplo, com os Médicos vindo especialmente da Cuba comunista dos irmãos Castros, que por sinal, também é apoiado e ajudado pelos governos petistas".

30 dezembro 2013

Conheça Alguns Alimentos Especiais.

Alimentos e Emoções
 
Banana- contra a ansiedade
Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada  e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia
 
Mel- pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona     como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate- amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor o travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana.
Salmão- levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, aranque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.
Lentilha- afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.
Nozes- mantém você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.
Chá verde- espanta o estresse
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.
Brócolis- deixa a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.
Óleo de linhaça- dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão a comida fica bem menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.
Gérmen de trigo- acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu-  espanta o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.
Quanto consumir: 1 fatia média / dia.
Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista
 

28 dezembro 2013

Polícia Identifica Vândalos Que Picharam a Estátua do Poeta Carlos Drummond.

Comerciante de Uberaba e namarada são

 suspeitos de picharem a imagem de Carlos 

Drummond, na praia em copacabana na noite de

 Natal.


Pablo Lucas Faria, acusado de pichar a estátua de Drummond Foto: Reprodução
Procurado pela polícia!
Pablo Lucas Faria.
Pablo Lucas Faria, um comerciante de Uberaba, em Minas Geraise que mora há dois anos no bairro da Taquara, no Rio, "esse é o pilantra safado que anda emporcalhando os monumentos do Rio de janeiro. Se você encontrá-lo por aí, chame a polícia que, lugar de gente assim é na cadeia" foi identificado por policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente como o homem que aparece pichando a estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, na Avenida Atlântica, em Copacabana, na madrugada de quarta-feira, 25/12/2013. A mulher que está ao seu lado participando do ato de vandalismo foi identificada apenas pelo nome de Mel e seria sua namorada. A identificação dos pichadores foi noticiada pela imprensa carioca. 
Segundo policiais, o casal é suspeito também de pichar a estátua do jornalista Zózimo Barroso do Amaral, no Leblon, e o Monumento a Estácio de Sá, localizado no Parque do Flamengo e, existem em vários locais da cidade outras pichações com as mesmas características.

Pichador já foi autuado antes.

O delegado titular da DPMA, José Fagundes de Rezende, disse que as investigações vão prosseguir. Pablo, segundo o delegado, já foi autuado por vandalismo e costumava se vangloriar de suas ações como pichador em seu perfil no Facebook. Ele teria postado, inclusive, uma reprodução do documento da autuação que sofreu ao pichar um prédio e teria dito que a tinta está em seu sangue.
Ontem, logo após a divulgação da notícia, o perfil de Pablo foi retirado da internet, e o assunto dominou as redes sociais. Muitos internautas se mostraram indignados e pediram a prisão do pichador. Uns disseram que Pablo é dono de uma vidraçaria e outros afirmaram que ele vende produtos a skatistas.
Pichar bens públicos é crime ambiental, e a pena prevista vai de três meses a um ano de reclusão, além do pagamento de multa. Se for um monumento tombado, a pena é maior, podendo chegar a três anos de prisão.
Assim como a estátua de Drummond, a de Zózimo também foi pichada na madrugada do Natal. Uma câmera de vigilância flagrou o casal de pichadores, à 1h20m, sujando a imagem do poeta em Copacabana. O ato durou cerca de três minutos.
Com base nos traços deixados pelos pichadores e do tipo de tinta empregado, os policiais acreditam que os mesmos acusados tenham sujado a estátua de Zózimo e o Monumento a Estácio de Sá

Presente de Fim de Ano da Dilma Para os Brasileiros: "Aumento de Impostos"!


















Medida vale também para a compra de cheque de viagem e cartões pre-pagaos com moedas estrangeiras.                  

Os brasileiros que realizarem saques em moeda estrangeira, compras de cheques de viagem e carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira pagarão uma alíquota de 6,38% de Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro (IOF), a partir deste sábado. O percentual até esta sexta-feira era de 0,38% nessas operações. O aumento do imposto, anunciado nesta sexta pelo Ministério da Fazenda, garantirá aos cofres públicos uma receita de R$ 552 milhões por ano e vai encarecer as viagens ao exterior. Entre janeiro e novembro deste ano, os turistas gastaram US$ 23,1 bilhões lá fora: 14% a mais que no mesmo período de 2012. E isso aprofundou o rombo das contas externas brasileiras, que ficou em US$ 72,7 bilhões no período.

A equipe econômica está preocupada com a conta de viagens internacionais que acumula déficits recordes desde 2005. O rombo aumenta a cada ano, porque os turistas ignoram a alta da moeda americana. Como os Estados Unidos já anunciaram que começarão a retirar os estímulos à própria economia, isso deve atrair fluxos de dólares para aquele país. O Brasil já começou a sentir esses efeitos. Só na semana passada, depois do anúncio do BC americano (Fed, sigla em inglês), o Brasil viu sair US$ 4,3 bilhões em 72 horas, já descontadas todas as entradas. Ao longo do ano, o fluxo cambial está negativo em US$ 11,2 bilhões.Um turista que pretende passar férias no exterior e efetuar um carregamento de cartão pré-pago de R$ 1 mil, por exemplo, pagará R$ 63,80 em imposto. A cobrança representa um aumento de 1.579% na comparação com os R$ 3,80 que seriam pagos anteriormente, com o imposto em 0,38%. As compras de moeda estrangeira em espécie feitas no Brasil continuam tributadas com alíquota de 0,38%. Desde 2011, o uso do cartão de crédito no exterior já é taxado com 6,38%.
Segundo economistas, a medida vai aumentar a procura por dólar em papel moeda em bancos e casas de câmbio, levando a uma alta da moeda. Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do BC, diz que haverá um ágio maior no dólar turismo e paralelo. Porém, frisou, essa aumento vai depender do volume de entrada de moeda no Brasil e deve ser mais intenso após o Carnaval, quando o fluxo de turistas estrangeiros no Brasil diminui. Alexandre Espírito Santo, da Simplific-Pavarini Investimentos, diz que haverá efeito na cotação do dólar, mas nada que chegue a mudar o rumo da cotação da divisa, que já é muito alta.




SUBLIMAÇÃO DE OBJETOS